Blog do Orlando Costa

Verba volant, scripta manent – 10 Anos

Mês: janeiro 2009 (Página 2 de 3)

O FÓRUM COMEÇA AGORA – SALVE-SE OBAMA!

O Fórum Social Mundial – que mobilizou milhões de pessoas contra George W. Bush – terá sua primeira edição desde que Barack Obama assumiu o poder nos Estados Unidos e promete transformá-lo no novo alvo de suas críticas.

A nova edição deste encontro do movimento contra a globalização será realizado na cidade de Belém entre os dias 27 de janeiro e 1 de fevereiro.

Como é tradicional, o evento começará com um grande marcha, que nesta ocasião promete reunir cerca de 120.000 pessoas, segundo cálculos do sociólogo brasileiro Cándido Grybowski, um dos membros do Comitê Internacional do Fórum Social Mundial.

Desde 2001, quando aconteceu a primeira edição do evento em Porto Alegre, as marchas de abertura foram marcadas pelo teor pacifista, que ficou mais evidente a partir de 2003, quando o Fórum Social aconteceu um pouco antes do início da Guerra do Iraque.

Este conflito aumentou as críticas do movimento ao então presidente dos EUA, George W. Bush, que chegou a ser tachado de “assassino”.

A chamada “guerra de Bush” provocou a maior manifestação global da história, convocada pelo Fórum Social para o dia 15 de março de 2003 e que fez com que 20 milhões de pessoas saíssem às ruas de 530 cidades do mundo para tentarem impedir o conflito que os EUA iniciaram no Iraque cinco dias depois.

Agora, após o fim da “era Bush”, a nova edição do Fórum Social Mundial coincidirá com a chegada ao poder de Barack Obama, mas também com o recrudescimento do conflito no Oriente Médio.

O prolongado silêncio do novo presidente dos EUA em relação à intensa ofensiva militar de Israel na Faixa de Gaza, que deixou mais de 1.300 mortes, levou às primeiras críticas contra Obama de importantes ativistas do movimento contra a globalização.

O escritor e ensaísta britânico de origem paquistanesa Tariq Ali afirmou que o silêncio de Obama demonstrou que “nada mudou nem mudará” nos EUA após as últimas eleições presidenciais.

“Washington, como sempre, culpará os palestinos favoráveis ao Hamas e, seja com Obama ou com Bush, sempre cantará com a mesma partitura”, declarou Ali em um recente artigo.

Muito mais ácido foi o ativista americano Joshua Frank, editor do portal “Dissident Voice”, uma das vozes do movimento contra a globalização na internet.

Frank afirmou que a postura do novo Governo dos EUA em relação ao Oriente Médio ficou clara no dia 26 de dezembro, quando “Obama, de férias no Havaí, assistia sorridente a um show de golfinhos com sua família enquanto um ataque aéreo israelense arrasava a empobrecida Faixa de Gaza matando 300 pessoas”.

Uma opinião similar foi apresentada pelo lingüista americano Noam Chomsky, um dos intelectuais mais proeminentes do movimento. Ele afirmou que Bush e Obama “compartilham a doutrina expansionista, segundo a qual os EUA têm o direito de invadir países quando considerarem oportuno”.

Estas críticas realizadas por alguns influentes intelectuais do movimento contra a globalização marcarão a tônica do Fórum Social Mundial, que entre suas milhares de atividades, oficinas e debates terá uma conferência pela paz na qual se anuncia a presença de Chomsky.

Além disso, ao evento de Belém prometem comparecer os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, e da Bolívia, Evo Morales. EFE

O DIÁRIO DO FÓRUM SOCIAL MUNDIAL

Amigos, no intuito que tem este blog de bem informar sempre, a quem a ele tem acesso, vamos tentar estabelecer uma comunicação diária com o amigo Zé Bento, olimpiense, amante das coisas desta terra, que está no Pará, participando do Fórum Social Mundial.

De lá ele vai nos mandar informações sobre o dia-a-dia do evento, e por aqui teremos a exata noção do que está se dicutindo no FSM. O momento é muito importante, e quem quer estar antenado com o mundo globalizado, tem que saber o que rola neste encontro, do qual fazem parte vários países, e milhares de pessoas interessadas em um mundo melhor.

Vamos aos primeiros dias:

Diário de Belém FSM 2009 – 120 mil participantes, para decidir: Um outro mundo é possível! Caro Orlando: cheguei hj 12h45m… (o horário dq é diferente!!) estou hospedado no Colégio Marista N.Senhora do Nazaré ( o mais chic da cidade!). 2 dias antes para circularmos pela cidade, hj conheci um desembargador de justiça e dois advogados da prefeitura daqui, (todos gente, muito boa….), bebemos cervejas e discutimos à respeito do desenvolvimento (rápido) da cidade, muitos empreendimentos imobiliários (parece São Paulo!!!)
a Globalização existe!!! estou com medo!!! não rola nada q não exista por aí, (credo!!) cerveja Skol gelada, coxinha de frango, “agroboys”, música “serrrrtaneja”, etc… mas é só o começo!!!
grande abraço…P.S. muitos estrangeiros chegando, o aeroporto estava lotado de participantes chegando….
amanhã será melhor!! grande abraço…

Diário do FSM 2009….
3o. dia: Pô ontem foi domingo!!!

2o dia: fui à uma ilha (Ilha do Mosqueiro) uma pequena aldeia de pescadores, bem estruturada pertencente à Belém uns 1.200 moradores, dependentes da pesca e do cultivo de cupuaçu. O lugar é qualquer coisa entre o lindo e o maravilhoso,(pendendo mais prá maravilhoso!!!). Gente bacana, tem um camarões gigantes…
Aí é que reside o problema, um criador de camarões da Malásia deixou os bichos escaparem e agora eles estão predando os camarões nativos, e são imensos!!! tem camarão de 800 gramas!!!
O bacana é que apesar de tudo eles desenvolveram uma moeda local o MOQUEIO, o lastro é o peixe que eles pescam. Tudo dentro de um modelo de Economia Popular Solidária, (Banco Tupinambá) Enfim, outras perspectivas existem!!!! Amanhã será melhor!! grande abraço…

Placar eletrônico: CEI ou MP?

Um monumento ao descaso com o dinheiro público

Monumento ao descaso com dinheiro público

Amigos, conversando na tarde de hoje com o presidente da Câmara Municipal de Olímpia, Hilário Juliano Ruiz de Oliveira (PT), no programa “Cidade Aberta”, da Rádio Menina AM, ficamos sabendo que o tal placar eletrônico instalado naquela Casa de Leis pelo exorbitante valor de R$ 120,8 mil, pode ainda dar chabú!

Ruiz – o autor da façanha, ex-presidente Francisco, também é Ruiz, e ambos são primos em 3º grau – disse que o Jurídico já foi acionado, está estudando a questão e, dependendo do resultado a que se chegar, medidas mais drásticas deverão ser tomadas.

Entre outros questionamentos a fazer está a modalidade de licitação realizada para a compra do equipamento. O processo licitatório foi para “prestação de serviços”, e há fortes suspeitas de que não seria esta a forma correta, já que houve compra de equipamentos.

Assim, apurando-se que o ato foi ilegal, a Mesa irá decidir o que fazer, entre instalar uma Comissão Especial de Investigação-CEI, visando apurar em detalhes o feito, ou encaminhar um processo administrativo diretamente ao Ministério Público-MP, para que ele tome as providências cabíveis.

Se houver possibilidade, ainda, será tentada uma reversão do gasto, ou seja, a anulação da licitação de compra, com a devolução do equipamento comprado, que na opinião, por exemplo, do vereador João Magalhães (PMDB), embora toda a sua “vanguarda” tecnológica, “já se tornou obsoleto”.

Porquê? Simples. A Mesa não irá utilizá-lo, impedida que está pelo Regimento Interno, que não prevê, em nenhum de seus capítulos, parágrafos, incisos e quetais, a instituição do voto eletrônico naquela Casa. Para tanto, a primeira mudança seria fazer incluir no documento, esta modalidade de votação. E parece não haver disposição da Mesa em fazê-lo.

A caminhada (rumo aos cofres públicos) continua

Amigos, deixo para vocês nesta manhã, matéria extraída do ‘Congresso em Foco’, versando sobre assunto por demais conhecido de todos, e cuja solução (favorável, claro!) é por demais aguardada por todos. Neste aspecto, 2009 promete! Os comentários farei mais tarde.

O ano legislativo começará na Câmara sob forte pressão para que 7.343 vagas de vereador sejam criadas imediatamente em todo o país. Além da eleição para a presidência da Casa, também está prevista para o próximo dia 2 de fevereiro, às 8h, uma manifestação dos beneficiados da chamada PEC dos Vereadores.

De acordo com Fábio Persi (PSC), um dos coordenadores do Movimento pela Recomposição das Câmaras Municipais, a expectativa é de que 10 mil pessoas compareçam ao Congresso para cobrar da Câmara a promulgação da proposta.

“Será uma grande manifestação, com caravanas de todos os estados reivindicando a promulgação. A matéria já foi aprovada e não cabe recusa da Câmara”, afirma Persi, que será o primeiro vereador de Governador Valadares (MG) beneficiado com a promulgação da PEC.

De acordo com Persi, a proposição “democratiza as câmaras e resgata a representatividade popular”. “Fomos testados nas urnas e recebemos o apoio popular.”

Em linhas gerais, a PEC dos Vereadores amplia de 51.748 para 59.791 o número desses cargos no país (ou seja, 14,1% de ampliação de vagas). A matéria altera a proporcionalidade de vereadores em relação à quantidade de habitantes de cada município. Dessa forma, os municípios com até 15 mil habitantes teriam nove. Por sua vez, os maiores, aqueles com até 8 milhões, contariam com 55 vereadores.

Como exemplo da necessidade do maior número de vereadores, Persi cita o caso da cidade mineira de Serra da Saudade. O município, que tem 863 habitantes, possui nove vereadores. Já Governador Valadares, que conta com mais de 260 mil habitantes, aparece com 14 vereadores.

Outro defensor da promulgação da proposta é o atual presidente da União dos Vereadores do Brasil (UVB), Bento Batista da Silva (PTB). Vereador na cidade de Juranda (PR), Bento ressalta que a medida não trará nenhum aumento de despesas aos cofres públicos. “Não está se pedindo um centavo a mais.”

Repasses
Aprovada pelo Senado no final de 2008, a proposta não foi promulgada pela Mesa Diretora da Câmara, que alega que a proposição foi substancialmente alterada pelos senadores. No que diz respeito ao aumento do número de vereadores, Câmara e Senado concordaram. Contudo, a polêmica entre as Casas reside no repasse de recursos públicos para os legislativos municipais.

Enquanto os deputados aprovaram a redução em R$ 1,2 bilhão nos repasses anuais às câmaras – passando dos atuais R$ 6 bilhões para R$ 4,8 bilhões –, os senadores desmembraram esse item em uma outra proposta de emenda à Constituição (PEC), a chamada PEC paralela, que atualmente tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Como esse desmenbramento do texto, que já tinha sido aprovado integralmente pela Câmara, os senadores mantiveram os atuais repasses, o que gerou toda a polêmica entre as duas Casas.

O fato provocou atrito entre o presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), e o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP). O caso foi parar no Supremo Tribunal Federal (STF), que decidirá a questão após o recesso forense.

“Na Câmara, nós aprovamos um remanejamento que implicou aumento do número de vereadores para que os municípios tivessem uma representação mais equilibrada, mas ao mesmo tempo aprovamos uma redução nos gastos das câmaras de vereadores. No Senado, eles referendaram o número de vereadores que a Câmara aprovou, mas mantiveram os gastos. Como a Mesa poderia promulgar contrariando aquilo que a própria Câmara deliberou?, argumentou Chinaglia em dezembro passado.

Por sua vez, Garibaldi acionou a Advocacia do Senado, que impetrou um mandado de segurança no STF para tentar garantir a promulgação da proposta antes do dia 1º de janeiro deste ano, data que os atuais vereadores tomaram posse. “Se nem ao presidente da República, que tem poder de veto sobre a produção legislativa, é dado vetar Proposta de Emenda Constitucional, não seria a Mesa de uma das Casas que teria essa prerrogativa constitucional”, afirma trecho do mandado de segurança.

PEC paralela
Para o autor da PEC, deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), a questão deve ser resolvida no Congresso. “O STF não tem o que dizer”, ressalta o deputado gaúcho, complementando que basta o Senado analisar a chamada PEC paralela, que trata do repasse às câmaras municipais, para encerrar a discussão. “Se for só para aumentar o número de vereadores, não é bom. Quero que seja promulgada a proposta integralmente”, pede Pompeu de Mattos.

O deputado do PDT avalia que o Senado deve a análisar da PEC paralela a partir do próximo mês, o que resolveria o impasse entre as duas casas. Mas Pompeu alerta para outra polêmica na proposta. A de que a real discussão diz respeito à data em que a medida será adotada. “Por que esperar quatro anos? Por que não começar a economia em 2010?”

Ao Congresso em Foco, a assessoria do presidente da CCJ do Senado, Marco Maciel (DEM-PE), afirmou que o parlamentar vai aguardar a decisão do Supremo para, a partir de então, definir quem será o relator da PEC paralela.

Uma PEC tem de percorrer longo caminho no Congresso antes de ser promulgada. Além de ser analisada por duas comissões específicas (a Comissão de Constituição e Justiça e a comissão especial, no caso da Câmara), a matéria precisa ser aprovada em dois turnos por cada uma das Casas e receber, no mínimo, a adesão de 3/5 dos parlamentares.

Desgaste
O presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, lembra que houve uma reunião entre a entidade e membros do Senado antes de a matéria ir ao plenário daquela Casa. “Avisamos aos senadores que ia dar esse desgaste.”

Ziulkoski ressalta que a CNM defende a proposta da forma que foi aprovada pela Câmara e avalia que a questão principal não é a quantidade de vereadores nas cidades, que pode ser maior. O problema, segundo ele, são os custos das câmaras municipais. “É preciso diminuir os gastos com as câmaras”, afirma, lembrando que mesmo após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) promover um corte de 8.481 vagas de vereador em 2004, as despesas com as câmaras aumentaram.

“Todo mundo está fazendo arrocho, e é preciso que as câmaras também façam”, afirma o presidente da entidade, em referência à crise econômica mundial.

Por sua vez, Persi, do do Movimento pela Recomposição das Câmaras Municipais, lembra que em 2004, quando houve redução do número de vereadores, “o repasse continuou” idêntico ao do ano anterior. “O gasto vai continuar o mesmo”, reforça.

Persi ainda sustenta que a criação de novos cargos de vereador também pode auxiliar o país a enfrentar o desemprego provocado pela crise econômica. De acordo com ele, cada um dos novos 7.343 vereadores “vai ter condições de contratar quatro ou cinco pessoas”. “Se considerarmos os números, poderemos chegar a mais de 30 mil novos empregos”, argumenta.

Já o presidente da UVB, Bento Batista, destaca que a redução no repasse “causará o fechamento de várias câmaras” pelo país afora, aumentando as estatísticas de demissões. De acordo com Bento Batista, 80% das câmaras municipais do Brasil são pequenas e contam com uma estrutura mínima de funcionamento. “Ninguém tem mordomia. Estamos dia e noite atendendo a população.”

Resposta ao Supremo
Chinaglia enviará ao Supremo na próxima semana a resposta sobre a recusa da Câmara em promulgar a PEC. Conforme ressaltou a assessoria do petista, a matéria precisa ser novamente analisada pela Casa, uma vez que o Senado alterou o mérito da proposta. “Essa é a posição unânime da Mesa”, explicou a assessoria da Presidência da Câmara.

Conforme já destacou Chinaglia, a promulgação da matéria – além de não diminuir os gastos com as câmaras municipais – poderia provocar um enxurrada de ações na Justiça. Isso porque as regras das últimas eleições municipais não previam esses cargos extras nos legislativos das cidades brasileiras.

A lógica BBB é a ‘nossa’ lógica?

Eis a tal da Priscila, encarnando o 'espírito BBB'

Eis a tal da Priscila, encarnando o 'espírito BBB'

Impressionante, amigos. Duas coisas me chamaram a atenção neste BBB9 da Globo. Uma delas foi a eliminação da primeira “vitima” do julgamento dos colegas, a tal de miss Michelle(?). A outra, a repentina mudança de regras para a escolha de quem saia da “bolha” do shopping para ir para a casa.

No primeiro caso, prevaleceu a lógica de botequim – do quanto mais gostosa, melhor – já que a eliminada vinha desde o primeiro dia demonstrando um comportamento que fugia ao “espírito” BBB, conforme apregoado pelo já desestimulado Bial.

Qual “espírito”? O da busca fácil pela audiência, para a qual são necessários três ingredientes básicos: peitões, bundão e cabeça vazia. E assim, claro, a “melhor” escolha não poderia ser poutra senão a tal de Priscila, que reúne todas as carecterísticas daquelas tais mulheres-frutas que grassam a cada dia por aí.

E que se dane a ética, os princípios, os preceitos morais, a decência e a edução no trato público, “defeitos” imperdoáveis na eliminada. Áh, isso o BBB e seu ventríloquo Bial não perdoam, de jeito nenhum!

Já no caso da “bolha”, perceberam a jogada? A loira era “pegação” de um dos fortões da casa. E pela regra original, ela ficaria de fora, já que o mais votado foi outro fortão, em detrimento das duas “gostosas” que estavam junto com ele no shopping.

E como a regra básica deste deplorável programa é a pegação, o rala-e-rola, o descaramento e sem-vergonhice – a ponto de se tranformar um velhote no mais descarado dos anciãos – ela deve ser mudada, sempre, para contemplar isso. Afinal, o programa é a sua circunstância.

E, assim, a mudaram rapidinho, para que o fortão pudesse manter a sua fama de mal. Tão logo a loira entrou, ele já se atracou com ela, como se fora um canibal, um tarado qualquer. Atitude para deixar qualquer pai embasbacado, descrente da eficácia da chamada educação familiar. Tudo em nome da putaria, do escracho, do baixo nível.

Valha-nos Deus! Incrível é ver um cara como Bial, antes um dos mais respeitados jornalistas brasileiros, dar aval a tudo isso. Fazer o quê? Há quem se preste a tudo, há quem pague para que isso vá ao ar, há quem assista essa “meleca”, assim dando ibope, e há quem escreva sobre isso, repercutindo e acendendo a curiosidade geral!

Aldeia global, esta é a tua síntese?

Explicando, em tempo!

Prefeito, secretário e coordenadordo 'Pró-Vicinais' quando vistoriavam a obra, ano passado

Prefeito, secretário e coordenador do 'Pró-Vicinais', quando vistoriavam a obra, ano passado

Muito bem, amigos, agora façamos as devidas observações naquilo que postamos aqui hoje de manhã, dando conta dos acontecimentos – se é que se pode chamá-los disso, dos últimos dias da semana passada. Quais sejam, as pirotecnias midiáticas do prefeito Geninho Zuliani (DEM).

Pela ordem, vamos comentar os R$ 800 mil que o ex-prefeito Carneiro “deixou” de assinar, impedindo que tal montante viesse para Olímpia fazer 120 quarteirões de recape, segundo o alcaide. O secretário de Obras do município, Gilberto Toneli Cunha, disse que houve, neste caso, “um desencontro” apenas, e nenhuma atitude política do ex-prefeito, como tentam passar à opinião pública.

Cunha explicou que a papelada chegou à prefeitura no dia 30 de dezembro, pedindo projetos e relatórios técnicos para que pudesse ser liberado o dinheiro. “A Secretaria trabalhou até por volta da zero hora ou um pouco mais do dia 31 para atender as exigências do Governo”, informou.

E quando tudo foi concluído, já não havia mais tempo hábil de colher a assinatura do prefeito, que havia se despedido das funções na tarde do dia 30, e nem tomou conhecimento do convênio. “E pode ser que até hoje ele ainda não saiba de sua existência”, frisou Cunha.

O ex-secretário de Carneiro e atual de Zuliani fez questão de assinalar não ter havido nenhuma atitude maledicente ou politiqueira do ex-prefeito. Inclusive, informou que outro convênio de mesmo valor – R$ 1 milhão, com R$ 200 mil de contrapartida do município -, veio entre os dias 17 e 26 de dezembro, quando o vice Dr. Pituca era o prefeito interino, “e não teve problemas, foi assinado, e está em andamento”. Palavras do secretário.

OS PRECATÓRIOS
Já em relação aos precatórios, Cunha diz que, também, tratam-se de “informações desencontradas”. O valor anunciado no final do ano passado, de pouco mais de R$ 6,4 milhões em dívidas, não constavam juros, “era o valor da contabilidade da prefeitura”.

E que os precatórios devem ser vistos caso-a-caso, junto aos defensores dos credores. Há valores que têm juros, outros não. “Pode sim, até passar de R$ 10 milhões, mas não sei se chegaria a R$ 15 milhões”, observou Cunha. Ou seja, a informação do prefeito foi, no mínimo, “apressada”.

VICINAIS
Quanto à verba para as vicinais e estradas rurais, a informação é aquela mesma, a de que o dinheiro já estava alocado e as obras projetadas desde 2007. E o valor de R$ 13 milhões e quebrados, não virá de uma só vez e nem está liberado já.

Por enquanto, só pouco mais de R$ 2,8 milhões está liberado para uma determinada obra, e o restante, até completar o valor anunciado, virá por etapas. E tem mais: o dinheiro não vem para os cofres da prefeitura, como tenta fazer crer Zuliani mas, sim, em obras: o Estado manda fazer, o Estado paga. Sem triangulações. É isso ai.

E lá vamos nós!

Serra, na inauguração da vicinal OLP-Tabapuã, quando 'derrubou' argumentação de Zuliani

Serra, na inauguração da vicinal OLP-Tabapuã, quando 'derrubou' argumentação de Zuliani

Amigos, depois os “milicianos” zulianistas reclamam. Mas, você que está sempre atento aos detalhes dos movimentos políticos da cidade, não ficou com a nítida impressão, nesta semana que passou, que mais uma vez a cidade foi tomada pelas pirotecnias do prefeito Geninho Zuliani (DEM)?

Já tratei deste assunto aqui recentemente, fato que acionou a “milícia” (ver “Mais da Milícia Anônima” e “Geninho, o Bom de Mídia”) sempre de plantão. Mas, vejamos, rapidamente: Zuliani fechou a semana acusando o ex-prefeito Carneiro de não assinar um convênio para obras de infra-estrutura urbana, o que poderá fazer Olímpia perder R$ 800 mil para recape.

Diz o prefeito ainda que este dinheiro foi conseguido por ele em uma viagem que fez a Brasília logo após as eleições. Quem o teria ajudado a viabilizá-la teria sido o deputado federal Edson Aparecido. O dinheiro foi viabilizado no dia 30 de dezembro, mas não foi assinado pelo prefeito que não estava mais na prefeitura após o meio dia do penúltimo dia do ano.

Mas, apesar do estardalhaço, Zuliani não dá como perdido o dinheiro. Pode ainda reavê-lo, por meio que, diz, já tem em pleno desenvolvimento. Então – e não tirando, claro, o direito do prefeito se queixar – pode se encaixar perfeitamente no universo do factóide político esta notícia.

E o fato do prefeito alegar atraso na obras de recape, que queria começar em fevereiro não se justifica plenamente. Quem garante que a verba viria em tão pouco tempo após assinada a papelada? Atenção “milícia”: mais uma vez, isso não é crítica, é constatação.

Uma segunda “bomba” de Zuliani: os precatórios (dívidas acumuladas com desapropriações não pagas há mais de 20 anos), custarão aos cofres municipais, segundo ele, valor 130% maior que aquele publicado no Planeta News e divulgado pela Rádio Menina AM.

Detalhe: os valores foram divulgados com base em relatório feito pela Secretaria de Obras e Desenvoivimento Urbano, relatório assinado pelo então secretário de Carneiro, Gilberto Toneli Cunha, hoje secretário de Zuliani. Cunha avaliou em pouco mais de R$ 6,47 milhões, Zuliani diz que são R$ 15 milhões. Só que não detalhou a lógica de seus cálculos.

E jogou isso, assim, descompromissadamente, para a reportagem do jornal Diário da Região, de Rio Preto. Que, desconhecendo os detalhes do assunto, deu fé às palavras do prefeito e o colocou como vítima de suas circunstâncias administrativas – e cá entre nós, tornou-se sua especialidade a “vitimização”. Portanto, mais uma para a galeria de factóides do prefeito.

E, por fim, vem o anúncio-bomba da semana: uma verba de R$ 13,6 milhões para recapeamento e pavimentação de vicinais da cidade – problemas crônicos a esperar solução anos a fio. O dinheiro será liberado em etapas, dentro do programa “Pró-Vicinais”, do Governo do Estado.

Sabedor do montante global, que não será liberado todo agora – por ora a cidade terá R$ 2,383 milhões, para 11,2 quilômetros de vicinal para o Lambari. O restante virá na medida em que as fases do programa governamental forem sendo executadas.

Este montante todo e estas obras todas anunciadas por Zuliani fazem parte das fases III e IV do “Pró-Vicinais”, e também das fases últimas do programa de pavimentação de estradas vicinais. Onde quero chegar?, deve ser a pergunta de quem me lê neste momento.

Simples: na verdadeira verdade sobre o fato. E ela nos diz que, mais uma vez, o prefeito Zuliani jogou para a platéia. Porquê? Porque a verba toda, o valor anunciado por ele com estardalhaço como se fosse trabalho árduo junto às esferas estaduais, nada mais teria sido do que o chancelamento de convênios já acertados com o município tempos atrás.

Ou seja, é dinheiro que viria para Olímpia qualquer que fosse o prefeito! O “Pró-Vicinais”, lembram?, é aquele programa que já deu “xabú” no ano passado, com relação à vicinal Olímpia-Tabapuã, que Zuliani anunciou como obra sua e do deputado Rodrigo Garcia, seu quase alter-ego, fato desmentido, no ato da inauguração, pelo próprio governador José Serra.

“Esse foi um compromisso que estamos honrando, e ainda fazendo mais que o prometido”, declarou Serra na ocasião.

E agora, mais uma vez, a estória se repete. E, pior, como farsa. E o prefeito não precisa disso. Nada lhe tirará o mérito de estar no cargo e receber tantos e tamanhos benefícios. Ele pode faturar tranquilamente, vai para a sua cota de realizações, sem dúvida.

Mas, se esse “bolo” todo tivesse vindo com uma bela cobertura de verdade, teria sido muito melhor. Porque, queiram ou não queiram aqueles que adoram aplaudir feitos mirabolantes, mais cedo ou mais tarde, a realidade bate à porta. Então é melhor que se esteja familiarizado com ela.

O Legislativo que custa (muito) caro

Muito dinheiro por nada?

Câmara Municipal: muito dinheiro por nada?

Amigos, observando agora há pouco com mais atenção o Relatório das Atividades Legislativas do Exercício findo de 2008, e fazendo comparações entre dias trabalhados e custo de cada um dos nove vereadores olimpiense, cheguei à conclusão de que temos um Legislativo muito caro, pelo que produz.

Dá para se perceber, para tristeza nossa, que mantemos uma estrutura que não nos serve a contento, por um custo/benefício escandaloso. Isto porque, salvo melhor juízo, qual estrutura municipal foi modificada, transformada ou readequada mediante ação dos nossos legisladores: a social, a econômica, a cultural, a educacional etc? Qual?

Dizem as vozes correntes que não é bem assim, que vereador é vereador 24 horas por dia e coisa e tal. Mas, policial, médico, jornalista, radialista e coisa e tal, como se diz, também não são o que são 24 horas por dia? Então por que só nós temos que trabalhar todos os dias? Esta argumentação, portanto, é furada.

Trata-se de um privilégio injusto, só possível por ter sido imposto por quem faz as próprias leis, não respeitando as demais camadas e categorias sociais de trabalhadores, se é que podemos classificar legisladores e políticos análogos, como tais. Mas, vamos ao que interessa.

De acordo com o Relatório das Atividades Legislativas do Exercício de 2008, de fevereiro a novembro – lembrando que há dois recessos, um em julho, de 30 dias, e o de fim de ano, que começa em dezembro e só termina na primeira semana de fevereiro – os vereadores trabalharam exatos 37 dias, dos quais 28 nas sessões ordinárias e nove nas extraordinárias.

Sendo assim, dividindo os R$ 1,7 mil brutos que cada um recebe por três dias trabalhados a cada mês (37 dividido por 30), cada “dia” trabalhado (?) custou R$ 567 – e o “dia” legislativo tem, no máximo, três horas. Mas, somando o ano todo, cada edil custando R$ 20.400, cada sessão saiu ao custo de R$ 551, valor menor que o da “diária” acima, mas, ainda assim, o maior custo-dia-trabalhado de que sem tem notícia.

E isso não é tudo. Se os dez edis custaram R$ 15,3 mil por mês ao Erário, totalizaram um gasto de R$ 183.600 no ano, cada uma das sessões da Câmara Municipal custou, então, somente em gastos com os nobres edis, R$ 4.962. Lembrando que há outras despesas, o que tranquilamente pode elevar o valor de uma sessão da Câmara para quase o dobro deste valor.

Para finalizar lembramos que, nos quatro anos passados, os nove vereadores olimpienses consumiram, só em vencimentos, R$ 734.400. E “trabalharam” 148 dias apenas neste mesmo período.

Mais da ‘milícia’ anônima

Eis o prefeito, para os 'milicianos'

Eis o prefeito, para os 'milicianos'

Amigos, continuo esperando que aqueles que de fato estão, desinteressadamente, ao lado do atual prefeito Geninho Zuliani (DEM) – acreditando em suas propostas, projetos e nos resultados deles – escrevam para este blog devidamente identificados.

Para, assim, entre outras coisas, demonstrarem que não têm vergonha ou medo de apostar no projeto político do atual prefeito.

Digo isso porque mais uma vez somos alvo da crítica insensata de mais um “miliciano” zulianista, que escreveu, disse o que quis, colocou seu ponto de vista mas….De quem se trata? Leiam, abaixo, a “missiva” do nobre leitor, que se assina simplesmente stanyslaw@hotmail e, em seguida, as considerações:

Há de se reconhecer um fundo de inteligência em suas palavras. Vejamos o exemplo do jornal ligado a este blog: revira suas páginas atacando Geninho & Cia, e por mera coincidência superestima Gal. Carneiro, porém com uma escrita pobre; já nestas publicações podemos observar um português mais polido.

Fato que me atribui mais espanto, como uma pessoa supostamente tão inteligente como o Sr. se submete ao jornalismo parcial? Penso que tem um bom raciocínio, e não o usa, é maior dos bu… deixa para lá, sem ofensas, não é! Quem dera todos os jornalistas de Olímpia pensassem assim!

A população olimpiense leitora insatisfeita desta coluna, suplica por notícias reais! Quer criticar Geninho? Faça, quando merecer! Veja o texto com a foto do cavalinho, não tendo nada de “errado” para comentar, inventou uma maneira de condená-lo.

Mas fiquei feliz, porque de uma forma outra, citou todos os trabalhos realizados por ele e sua equipe nestes primeiros dias, que convenhamos, e tenho certeza que você concorda, apesar de não poder expressar, estão sendo muito bons!

Gostaria sinceramente de um dia abrir este pasquim e ler algo negativo sobre Gal. Carneiro e sua trupe, como por exemplo o fato dele ter comprado uma quantidade exorbitante e desnecessária de medicamentos para acabar com a verba da saúde, e deixar sem caixa a nova administração, atitude inconsequente, que resultará no vencimento futuro de tais medicamentos, caso o jurídico da prefeitura não consiga anular a compra.

Lastimável, é só que tenho a dizer para finalizar esta severa crítica à imprensa parcial, que tanto odeio. Ética Sr. Orlando, por favor, ética! Não desmoralize a imprensa olimpiense por uns trocados no final do mês, afinal leitores que querem se interar da situação olimpiense jamais lerão algo parcial.

CONSIDERAÇÕES
É uma pena que pessoa que se mostra tão atenta a conteúdos de escrita não consiga entender o que nela está expresso. Lê, e não entende o que lê. Pessoas que brigam por interesses pessoais e imediatos, são sempre assim. Vêem o que e da forma que lhes interessa, quando não só vêem o que está um palmo diante do nariz.

Falta senso de humor e de crítica à “milícia” zulianista. O que se publicou aqui, ontem, (leia “Geninho, o bom de mídia”), não foi uma crítica na acepção da palavra. Foi uma constatação. E um alerta. Pirotecnia política é a pior das práticas que um político pode adotar. Factóides são os piores e mais desastrosos resultados que um mandatário pode buscar.

O imediatismo – e é a isso que me referia no texto – não pode imperar num governo que se pretende sério e “transformador”. O fato do prefeito de nossa urbe ser midiático ao extremo não deveria ser novidade ao “miliciano” Stanyslaw. Se ele está com seu prócer desde o início deveria saber desta inclinação zulianista.

E, depois, qual foi o problema em reproduzir foto que nos foi enviada pela assessoria de imprensa do próprio prefeito? Não há outro registro naquela foto a não ser o de que ela é reveladora de tais “atributos” do alcaide, lembrados aqui, ontem (e nunca se quis condená-lo por estar ao lado de um cavalo…). É pura “photo-op”, como o é também aquela dele visitando capinação na beira do rio.

Se o amigo não apreende estas coisas, simples, jogadas ao vento, diante de seus olhos, é pena estar ao lado do prefeito que pretende ser o “reformador” de Olímpia. Mostra o quanto é frágil este grupo que o apóia. E nos dá a certeza de que, cada vez mais, precisamos aguçar nossa atenção para o que foi narrado neste blog ontem.

PS: Favor não ligar o jornal (?) a este blog, que é independente e imparcial sim, embora não se tenha bem claro qual o seu conceito de imparcialidade. E, depois, falar mal do Carneiro? Quem é Carneiro? Áh, sim, o ex-prefeito! Mas, ele não é passado?

E, por fim, se o que fez o ex-prefeito é passivel de medidas jurídico-administrativas, em frente! Está a vosso critério, está em vossas mãos! Se for algo irregular, denuncie! Se, não, tratem de distribuir os medicamentos comprados aos necessitados desta cidade, que com certeza precisam, e muito!

PS II: Só para lembrar o “missivista”, blogs não são meios de notícias mas, sim, de análises, comentários e opiniões. Portanto, o que o senhor leu foi uma análise, comentário ou opinião, como quiser, mas não foi notícia.

E, sendo assim, não há porque se falar em parcialidade ou imparcialidade. Concorda-se ou não concorda-se. A manifestação de idéias e pensamentos (ainda) é livre e democrática. E pasível de críticas, como as feitas pelo senhor.
(Desculpem, por falha no sistema o comentário do Stanyslaw foi publicado no texto sobre Sant´anna. Mas, é o mesmo que consta desta coluna).

Geninho, o bom de midia

O prefeito e o cavalo abandonado

O prefeito e o cavalo abandonado

Amigos, esta semana começa com algumas novidades e muita movimentação no setor político-administrativo da cidade. Começa, por exemplo, com Prefeitura, Câmara Municipal, Daemo e Prodem com seus “staffs” formados, nomeações consumadas, independentemente se tais decisões contrariaram alguns, muitos, ou ninguém.

E começa a semana principalmente evidenciando aquilo no qual o prefeito Geninho Zuliani (DEM) é mestre: as pirotecnias políticas, os factóides para ocupar espaço na mídia – e não só a local, mas a regional também.

Muitos vão dizer “Ora, foi feito o que deveria ter sido feito, nada além!”, com o que concordamos plenamente. Mas, para bom observador não ficam dúvidas sobre quais são as reais intenções do alcaide, além, claro, de dar o andamento necessário à busca de soluções para os problemas da cidade.

E não há que se fazer aqui, também, a crítica de sua capacidade específica, pois que se ele a tem, burrice seria não usá-la de forma deliberada, já que midia bem explorada responde por uma grande e importante parcela da imagem de um detentor de cargo majoritário, no caso em tela, o prefeito.

De uma tacada só o prefeito faz publicar na Imprensa Oficial do Município-IOM (que circulou sábado, com 36 páginas), decretos vários, entre eles alguns implantando na cidade serviços que até então não existiam, e ações típicas de um início de Governo que precisa urgentemente dissipar certas névoas que pairam sobre si.

O calendário de pagamento do funcionalismo, deste mês até dezembro, pagamento de 40% do 13º na data do aniversário do municipal, e os outros 60% no dia 17 de dezembro, quando receberão, também, o salário do mês.

Decreto regulamentando o procedimento de licitação mudando para a modalidade de pregão presencial – exceto obras de engenharia – decreto tornando facultativo o período integral, antecipação do duodécimo à Câmara, como forma de acenar com a bandeira branca aos titulares do Palácio da Avenida.

Há ainda a reunião marcada para a noite desta segunda-feira (todos os 10 edis foram convidados) com o prefeito, vice e todo secretariado, visando estreitar relações e facilitar o atendimento das revindicações (viram como Bertoco não precisava se bandear tão cedo?).

Publicação de edital convocando alguns aprovados em concurso da Saúde, uma de suas prioridades, anúncio da boa intenção em pagar precatórios, ainda que com terrenos do Jardim Centenário, e outras ações, não excluindo do rol até algumas críticas à situação em que encontrou a prefeitura.

Desnecessário dizer que visitas a obras para uma “photo-op” é coisa que já vem sendo percebida a cada edição de seu jornal. Este final de semana, por exemplo, teve como co-protagonista numa foto estampada em jornal regional, um magro e tristonho cavalo abandonado em via pública.

Pois é, para aparecer na midia tudo é noticia. Repetimos, não estamos aqui exercendo a crítica do bem-fazer (neste quesito específico, por enquanto) mas, sim, apenas fazendo um exercício de observação, para que futuramente possamos avaliar e estimar qual peso estará se dando a uma coisa e à outra.

Se o fio da balança vai pender mais abaixo quando nela forem colocadas as realizações concretas e de real interesse da coletividade, ou se pesarão mais os factóides e as pirotecnias políticas, vazias de sentido e de resultados. Nada além disso.

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